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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

“Qualidade de vida: sempre uma prioridade do movimento e isso envolve o que plantamos, como plantamos e o que comemos. Com o avanço do capital no campo o modo de vida camponês foi brutamente excluído dando lugar ao agronegócio e seu pacote de venenos.”

Incentivados pela campanha permanente contra o uso de agrotóxicos, o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) junto com o mandato do deputado Genivaldo Lievori (PT-ES), realiza na manhã desta quinta-feira (09/02), uma audiência pública para tratar do tema. (mais…)

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Nós, mais de 200 camponeses e camponesas de todas as regiões do estado do Espírito Santo reunidos no nosso V Encontro Estadual do Movimento dos Pequenos Agricultores – MPA, nos solidarizamos com os mais de 5 mil camponeses e camponesas que lutam contra o processo de desapropriação de suas terras na Região do 5º distrito de São João da Barra (RJ), feitas pelo estado e pel a companhia LLX, do empresário Eike Batista, para construção do Complexo Portuário e Industrial do Açu.

Repudiamos com veemente indignação a postura do estado do Rio de Janeiro que age com brutal desrespeito à dignidade das 1500 famílias camponesas, que estão sendo pressionadas e obrigadas a abandonarem suas terras onde nasceram, vivem e trabalham. Sem direito a resistência e o direito de permanecerem em suas moradias, as famílias vem sofrendo agressões e ameaças constantes da polícia, que tem agido de forma arbitrária e truculenta.

Cobramos justiça e solidariedade para todos os atingidos pela desapropriação feita pelo governo de Sérgio Cabral e pela Companhia do empresário Eike Batista!

Afirmamos nosso compromisso pela defesa intransigente do direito a vida, a terra, a moradia e a dignidade humana. Defendemos o direito dos camponeses e camponesas do 5º distrito de São João da Barra (RJ) a continuar em suas terras e reproduzir seu modo de vida camponês, que produz alimentos saudáveis, gera postos de trabalho dignos no campo, com respeito ao meio ambiente e toda forma de existência.

Movimento dos Pequenos Agricultores
16 de dezembro de 2011.
Itaguaçu – ES.

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  O Movimento dos Pequenos Agricultores tem como um de seus pilares no plano camponês  a cultura esporte e lazer, e nesse caso o futebol sempre fez parte da realidade das nossas comunidades camponesas, era no campo de futebol no final de semana que toda comunidade se reunia, conversava e  festejava.  No entanto com as investidas violentas do capital contra as  essas comunidades  o domínio dessa cultura veio se perdendo, famílias tiveram que sair do campo e ir para cidade, e alguns times perderam  essa característica de lazer e cultura.

    Entendemos que uma sociedade nova se faz resgatando os elementos fundamentais de nossa origem e criando um nova cultura que esteja  realmente sobre o domínio e interesse do povo que resiste com esse jeito de ser camponês. foi assim que o grupo de base do Araras do MPA na região de são Gabriel da palha decidiu assumir a tarefa de reorganizar o espaço cultural da comunidade articular um time e participar de um campeonato que reúne equipes de toda a região, retomando este espaço do território camponês que ia se perdendo.

   Toda a comunidade  se envolveu no decorrer do campeonato vários desafios foram superados por essa equipe que contava com camponeses dentro do campo e fora, nas articulações, na torcida acompanhando, nas tarefas de manutenção do espaço fazendo assim que  entusiasmo e o espírito de cultura fosse resgatado e aumentado  jogo a jogo. Com muita determinação toda essa força de vontade o time do Movimento dos Pequenos Agricultores vai disputar neste domingo dia 09 de outubro a grande final do campeonato com muitas chances de se tornar o campeão, sabemos que vencendo ou não á ultima partida, o MPA já conquistou uma grande vitoria que é de resgatar o esporte a cultura o lazer e colocar tudo isso a favor do povo, como instrumento de transformação e afirmação de uma nova sociedade justa e popular.

 

Seguimos firmes na luta no campo e nos campos de futebol !!!

 

concentração do time

formação do time MPA antes da semi final

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Nesta quarta-feira, 21, o Movimento dos Pequenos Agricultores e a Via Campesina realizam novas mobilizações reivindicando a anistia e a renegociação das dívidas dos Pequenos Agricultores em todo o Brasil. No Espírito Santo acontecerão manifestações nas cidades de Pinheiros, Muqui, Nova Venécia, Santa Maria de Jetibá e Barra de São Francisco. Ao todos, cerca de 2 mil camponeses e camponesas de todo o estado estarão mobilizados.

A pauta de reivindicação da inclui a anistia das dívidas dos agricultores com valor de até R$ 12 mil e a renegociação das dívidas com valores superiores, com prazo de 15 anos para quitação a juros zero. O valor total das dívidas da agricultura familiar no Brasil chega a R$ 29 bilhões. Além do rebate das dívidas, os camponeses cobram do governo mais créditos e investimentos na agricultura familiar.

Com o valor bruto da produção 89% superior ao do agronegócio, a agricultura
familiar terá apenas R$ 16 bilhões para financiamento de custeio e investimentos para a safra 2011/2012, enquanto o agronegócio terá R$ 107,2 bilhões.

A maior parte do endividamento dos camponeses se deu em função da falta de investimentos públicos na pequena agricultura, levando muitas famílias a procurarem crédito para se manter no campo e garantir a produção agrícola. Mesmo com pouco incentivo do governo, a agricultura camponesa é responsável por mais de 70% da produção de comida comercializada no país, conforme divulgado no último Censo Agropecuário.

Por isso, a anistia das dívidas é entendida como forma de potencializar a produção de alimentos no campo brasileiro, oferecendo possibilidade de novos investimentos para as famílias camponesas e garantindo maior qualidade de vida na zona rural.

No dia de mobilizações que marca também a luta em defesa das florestas, os camponeses protestam ainda contra as alterações no Código Florestal e denunciam o uso abusivo de agrotóxicos pelo agronegócio, que deu ao Brasil o título de país bi-campeão mundial em consumo de agrovenenos.  Os atos acontecem em todo o País.

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O Movimento dos Pequenos Agricultores manisfesta total apoio à mobilização dos Estudantes da Universidade Federal do Espírito Santo que, democraticamente, se organizam em defesa de uma universidade pública, gratuita e de qualidade para todos.
A Universidade Pública, como espaço de produção do conhecimento, deve atender aos interesses da sociedade e garantir uma educação comprometida com a reflexão crítica e a igualdade, servindo como instrumento do povo na construção de uma sociedade sem classes e sem qualquer tipo de opressão.
Somos também solidários à greve dos docentes e técnicos administrativos da Ufes, que desempenham papel fundamental na construção do saber acadêmico. Sabemos que uma educação de qualidade passa pela valorização dos espaços universitários e, em especial, pela valorização do seu quadro de professores e funcionários.
Há anos as Universidades Federais vem sendo sucateadas e sofrendo inúmeras tentativas de privatização, que atentam contra a qualidade do ensino e contra a autonomia da produção do saber. Defendemos a educação como um direito, e não como mercadoria. A produção do conhecimento deve ser livre, autônoma, financiada com recursos públicos e voltada para as demandas da classe trabalhadora.
Movimento dos pequenos Agricultores / Espírito Santo

01 de setembro de 2011

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A 17ª edição do Grito dos Excluídos, realizada no dia 7 de setembro, ocorrerá, este ano, na região da Grande São Pedro, em Vitória. Com a temática “Pela vida grita a terra, por direitos todos nós”, diversas pastorais, sindicatos e movimentos sociais irão denunciar as injustiças da sociedade brasileira e propor alternativas para o Brasil a partir da organização popular.
Ao contrário de anos anteriores, o Grito dos Excluídos não virá após a passagem do desfile oficial. “Decidimos romper com esse modelo tradicional de organização do Grito para demonstrar que a independência comemorada pelo desfile militar não representa a independência do povo brasileiro. Enquanto o Estado exibe as armas dos militares, nós apresentaremos as armas da organização popular em um bairro de periferia”, explicou Luiz Rosa, um dos organizadores do Grito dos Excluídos.
De acordo com a organização do 17º Grito dos Excluídos, a escolha da região da Grande São Pedro ocorreu devido ao fato de ser uma localidade de grande exclusão social, mas ao mesmo tempo de grande resistência histórica por parte da população. “O Grito dos Excluídos quer demonstrar que a real independência do país, a partir da construção de um Projeto Popular para o Brasil, virá da organização do povo”, disse Luiz Rosa.
A concentração do  Grito ocorrerá na Rua Jonael Sócrates Medeiros Ferreira, a partir das 8 horas, no bairro São Pedro V. A caminhada irá percorrer a Rodovia Serafim Derenzi, encerrando o percurso na Praça Dom João Baptista, que é a praça da academia popular.
Eixos temáticos. A organização do 17º Grito dos Excluídos será feita a partir de quatro eixos temáticos: modelo econômico, questão ambiental, juventude e direitos sociais. O eixo do modelo econômico irá denunciar a destinação de grande quantidade de recursos da União para o pagamento de juros da dívida pública, ao invés de priorizar investimentos nas áreas sociais.
O eixo ambiental irá denunciar a utilização de agrotóxicos na produção de alimentos e os impactos na saúde da população. Além disso, irá propor a realização da reforma agrária e a ampliação de recursos públicos para agricultura camponesa, que são maneiras de incentivar a produção de alimentos saudáveis no campo.
O tema da juventude irá trazer à reflexão a situação do extermínio de jovens, sobretudo dos jovens negros e pobres. Além do expressivo número de homicídios, também tem crescido o número de jovens, de 16 a 24 anos, que se encontram encarcerados.
No eixo de direitos sociais, serão apresentados os direitos fundamentais da população e que não se efetivam na prática, como o direito à educação, à saúde, à alimentação, à segurança pública e à moradia.

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