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Nota de falecimento

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Agropecuarista vê gado agonizar pela segunda vez, vítima de veneno
agrícola alheio. Caso entrará em documentário de Silvio Tendler

Publicado no Brasil de Fato em 18 de abril de 2011

Por Vinicius Mansur

Há pouco mais de duas semanas (31/03) a equipe de filmagem do documentário sobre os agrotóxicos, dirigido por Silvio Tendler, estava em Paraipaba, Ceará, cerca de 90 quilômetros a noroeste da capital Fortaleza. Foram investigar as acusações à empresa do agronegócio, de origem holandesa, Companhia Bulbos do Ceará (CBC), por uso indiscriminado de agrotóxicos.

Em fevereiro, a Justiça do Ceará havia deferido liminar proibindo o uso de veneno pela CBC. Entre as explicações estão coceira na pele e problemas respiratórios na comunidade local, a provável contaminação da lagoa da Cana Brava – a 100 metros da fazenda e principal reservatório de água que abastece o município – além da morte, por contaminação comprovada em laboratório, de 18 cabeças de gado do agropecuarista Henry Romero.

Na manhã seguinte à visita da equipe de filmagem, 15 animais de seu Henry apareceram doentes – alguns agonizantes, como mostram vídeos gravados pelo agropecuarista (http://www.youtube.com/watch?v=31iMpTs70bw), sob orientação do Ministério Público. Até o fechamento desta matéria, 12 já haviam morrido.

“O tempo todo que estivemos conversando com seu Henry na propriedade dele, um cara numa caminhonete, dentro da área da CBC, um funcionário, ficava cantando pneu pra cima e pra baixo. Nitidamente para nos
coagir. Tanto que no final, seu Henry falou ‘fiquem tranquilos’ e nos escoltou até a saída”, relatou a documentarista Aline Sasahara.

As propriedades de seu Henry e CBC são vizinhas. Atualmente, separadas por uma “telinha transparente”, como descreve Aline.

Veneno à deriva

Seu Henry é cauteloso e não acusa a empresa de envenenamento direcionado. Entretanto, diz não ter dúvida de que seus animais são vítima do veneno lançado aos montes por seu vizinho:

“Já foi descartado qualquer tipo de doença. É veneno que partiu de lá e o que vai dizer qual veneno é a biopsia. Sabemos que eles nunca obedeceram a ordem de parar de pulverizar. Se eles plantam, eles pulverizam, porque não tem como colher essas culturas sem usar o veneno.”

Cada um dos dois pulverizadores usados pela CBC armazena 2 mil litros de veneno e possuí dois braços de 20 metros que fazem a pulverização suspendida. As duas máquinas juntas chegam a envergadura de 80 metros
e são utilizadas para pulverizar uma área de aproximadamente 22 hectares, segundo Henry:

“A área deles é pequena, não chega a 180 metros de largura, então dá pra você imaginar: 80 metros de braço jogando o veneno à deriva.”

CBC

Criada em 2004, a CBC produz bulbos – caule arredondado do qual brotam flores ornamentais, como a Canna indica, Amaryllis e Caladium. Apesar de serem consumidos pelos EUA e Europa, é em Paraipaba que os bulbos e
a CBC encontram as melhores condições para florecer: longo período de sol, Porto de Pecém a 50 quilômetros de distância, baixo custo da terra e mão-de-obra barata. Todas estas “vantagens”, entretanto, parecem não dispensar a necessidade do veneno: de acordo com a Agência de Defesa Agropecuária do Ceará (Adagri), a CBC utiliza 29 tipos de agrotóxicos, sendo dez altamente tóxicos ao meio e sem registro administrativo de órgãos ambientais estadual e federal. De acordo com a Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), a CBC também não possui licenciamento ambiental.

Para agravar a situação, a plantação da CBC se localiza em um platô, com incidência de fortes vento, e é rodeada por um povoado de quase 700 habitantes – muitos deles dependentes da empresa. Em épocas de forte safra, a CBC emprega até 150 trabalhadores. Assim, a população que sofre com a propagação do veneno pela terra, água e ar, pouco pode fazer. “Todo mundo tem medo de falar, porque são vizinhos, porque trabalham lá ou tem parentes que trabalham. Seu Henry tem uma situação econômica muito melhor que a maioria das pessoas ali, então ele pode falar. Mas, a empresa está fazendo um trabalho junto aos moradores, dizendo que se ela fechar a culpa vai ser do seu Henry, que as pessoas vão perder emprego, que ele devia ficar quieto”, conta a documentarista Aline.

Seu Henry

Com aproximadamente 160 cabeças de gado leitero, há mais de 30 anos no ramo “sem usar agrotóxico e nenhum produto que venha causar algum transtorno para a natureza ou para os animais”, seu Henry levou um
grande prejuízo. “Todos os dias estou mandando 500 reais de medicamento para a fazenda, mas não está resolvendo. Morreram animais que eu ainda estou pagando. Comprei no leilão”, reclama.

Contudo, o agropecuarista dá outras razões para seu abatimento. “Eu tenho esse apego aos animais, mas são só animais. E as pessoas lá? Tem um povoado de 130 casas, todas pessoas honestas, humildes que não podem falar nada. Segundo os profissionais químicos, o veneno é absorvido pela medula e vai acumulando, acumulando, até causar leucemia e outros problemas. E tem um caso aqui, a 80 metros do campo, que há uma escola que estudam 200 crianças, em dois turnos. Então, o que estão fazendo é um crime, uma ignorância brutal”, conclui.

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A via campesina defendeu a manutenção do Código Florestal Brasileiro em debate promovido pela senadora Ana Rita (PT-ES) no último sábado, 16, no Centro de Formação Maria Olinda, em São Mateus.

O debate foi iniciado pela senadora, que na abertura falou sobre a atualidade e importância do tema. “Essa é uma discussão de máxima importância para todos nós e para o desenvolvimento sustentável do Brasil. Entendo que o processo de discussão do código deve considerar a gestão integrada do território, dos recursos hídricos, a proteção integrada da natureza e o equilíbrio das ações humanas. Trata-se de criar e implementar mecanismos de incentivo para proteção e recuperação ambiental e bases sustentáveis”.

Valmir Noventa, do Movimento dos Pequenos Agricultores, representou a Via Campesina e destacou a necessidade de fazer o debate do código a partir do questionamento do modelo de produção em que vivemos.

“Existem dois modelos, um do agronegócio agroexportador e altamente destruidor, e outro da agricultura camponesa, que gera 85% dos empregos diretos no campo e produz mais de 70 da comida que consumimos. O atual padrão de consumo no mundo exige cada vez mais da natureza expropriando seus recursos, por isso temos que discutir o código a partir do debate sobre o modelo de produção e de consumo que temos. Esse é um aspecto central nessa discussão.” afirmou Valmir.

Valmir acrescentou ainda que o código florestal vigente não é um impeditivo para a produção campesina, como pensam alguns agricultores. “O código é considerado um avanço no que se refere às questões ambientais e tem importantes condicionantes para a agricultura camponesa continuar preservando o meio ambiente e produzindo alimentos. O Código dá aos camponeses a condição de produzir e preservar. O grande problema é que há um tratamento diferente na aplicação das leis ambientais para as famílias camponesas e para os grandes projetos do agronegócio. Enquanto o agronegócio recebe todo tipo de concessão para destruir, as famílias camponesas são punidas sem qualquer tipo de orientação”.

Valmir concluiu a sua intervenção criticando a proposta do agronegócio e defendendo a manutenção do atual código florestal brasileiro, apresentando os posicionamentos da Via Campesina.

“o que o agronegócio quer é diminuir a insegurança jurídica dos investimentos capitalistas no campo e garantir novas possibilidades de expansão o agronegócio. A proposta da Via Campesina é manter o código florestal com os atuais índices de Áreas de Proteção Permanente (APP´s) e Reserva Legal (RL), garantir o desmatamento zero, interromper a devastação florestal, garantir a recuperação de todo o passivo ambiental e o tratamento diferenciado para agricultura camponesa.

A mesa de debates foi composta também pelo professor e pesquisador Paulo Scarim, do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Espírito Santo, e Jeane Albani, da Federação Trabalhadores da Agricultura do Estado do Espírito Santo (FETAES).

Scarim fez um resgate histórico do contexto de criação dos códigos florestais brasileiros, nos anos de 1934 e 1965, e destacou como elemento central da proposta de mudança do novo código florestal a construção de diálogo entre o setor produtivo e os ambientalistas, o que, segundo ele, pode significar uma nova estruturação do capital a partir da mercantilização dos recursos naturais.

“O que percebemos é que, há algum tempo vem-se tentando construir diálogos entre o setor produtivo e os ‘ambientalismos’. Está sendo construído um novo capitalismo, com os debates das novas mercadorias, inclusive das novas mercadorias ambientais, ou o chamado ‘capitalismo verde’, no qual a reconstrução, salvação ou conservação daquilo que ainda não foi totalmente transformado passa a ser visto como mercadoria. Essa discussão é nova, e pode ser percebida no mercado de carbono, no pagamento de serviços ambientais etc. Na questão do código Florestal esses elementos significam grandes acordos. Com a prestação de serviços ambientais, apontada como solução para o pequeno agricultor, por exemplo, você pode ser produtor de relaxamento, de paisagem, de ar, de água etc”.

Scarim ainda complementa expondo uma perigosa tentativa de consenso entre os dois setores e questionando a massificação da expressão “desenvolvimento sustentável”.

“A contradição entre o conservacionismo e o produtivismo pode gerar um terceiro termo, uma nova concepção articulada nesse capitalismo ambientalmente correto: o desenvolvimento sustentável. Essa palavra é a palavra síntese dessa atividade de consenso, é você colocar no mesmo campo dois elementos que historicamente estiveram em posições opostas, a sobrevivência do planeta e da humanidade e a destruição. Como é possível juntar os dois?” Pergunta.

Sérgio Conti, dirigente Nacional do MPA, é enfático ao afirmar “temos convicção que não fazemos consenso onde há projeto de destruição. A Via Campesina não consensua com os ruralistas. A discussão do Código Florestal não pode ficar só no âmbito da lei, precisamos questionar os padrões de consumo e produção da sociedade e refletir sobre o que é realmente necessário para se ter saúde e viver bem”.

Para Conti o debate sobre o Código não está esgotado, e há grandes chances de manter a legislação atual. “Não há uma correlação de forças favorável à aprovação imediata do novo Código Florestal, portanto, a batalha não está perdida, temos muito espaço de disputa nesse debate”.

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No próximo sábado, dia 16, às 8h30, acontece no Centro de Formação Maria Olinda (CEFORMA) em São Mateus, um seminário para debater a proposta do Novo Código Florestal. O Evento está sendo promovido pela Senadora Ana Rita (PT-ES), e contará com a participação da Via Campesina e FETAES.

O Movimento dos pequenos Agricultores e a Via Campesina são contra a reforma do Código Florestal, e acreditam que a proposta defendida pelo Deputado Aldo Rebelo(PCdoB-SP) e pela bancada ruralista representa um retrocesso para a sociedade e uma grande ameaça ao meio ambiente, beneficiando apenas os grandes latifundiários e empresários do agronegócio.

Para saber mais sobre a proposta de reforma do Código Florestal, assista o vídeo da Campanha em defesa do Código Florestal produzido pelas Executivas e Federações de curso de Engenharia Florestal, Agronomia e Biologia (ABEEF, FEAB, ENEBio)

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AGROTÓXICO MATA!

A cada dia um número maior de  pessoas e organizações se somam à luta contra os agrotóxicos. Para ter outras informações sobre a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela vida você pode entrar em contato com a secretaria operativa da campanha e acessar:

 

http://contraagrotoxicosdf.wordpress.com/

http://mpacontraagrotoxicos.wordpress.com/

 

Contatos Secretaria Operativa – Campanha Permanente contra os Agrotóxicos:

Fone: (11)3392 – 2660 begin_of_the_skype_highlighting (11)3392 – 2660 end_of_the_skype_highlighting / (11) 7181 – 9737 begin_of_the_skype_highlighting (11) 7181 – 9737 end_of_the_skype_highlighting
Skype/E-mail: contraosagrotoxicos@gmail.com

 

 

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De 2004 a 2010 a classe trabalhadora viveu a reconfiguração do mundo do trabalho em que a indústria perdeu peso e o agronegócio ganhou força

 

Roberta Traspadini – Brasil de Fato, 11 de abril de 2011

 

1.  O Brasil primário exportador do século XXI:
O economista Reinaldo Gonçalves tem sustentado a volta ao passado da política econômica do Governo Lula, quando o Brasil era primário exportador.
Especialização retrógada é o conceito utilizado por ele para mostrar dito retorno à produção primária voltada para fora, centrada especialmente na exportação de bens com baixa tecnologia incorporada.
Para explicar este processo, o professor criou o conceito de vulnerabilidade externa, entendida como a capacidade do país enfrentar com mais êxito, ou não, as pressões internacionais.
Para ele, o período Lula foi marcado por um cenário internacional favorável que permitiu um controle conjuntural da vulnerabilidade, mas estruturalmente não mexeu nas condições internas que permitiriam outra condução no processo de desenvolvimento.
A revista Valor Econômico mostra que de 2004 a 2010, o Brasil viu seu processo industrial, de incorporação tecnológica perder força, enquanto as commodities ganharam.
Neste período, as 5 principais commodities concentraram 43.36% das exportações, enquanto os automóveis tiveram uma queda de 3,5% para 2,2%, a venda de aviões caiu de 3,4% para 2%.
Outro destaque é a composição tecnológica destas commodities. Dos 17 bilhões de dólares exportados de soja, 64,5% foram em grãos e dos 12 bilhões de dólares do açúcar, apenas 29% se refere ao refino.
Quais as implicações desta volta à economia primário-exportadora com baixa incorporação tecnológica?
2.Vulnerabilidade externa, dependência e subordinação
Temos algumas diferenças centrais com os períodos anteriores, dado o prévio impacto no cenário nacional do processo neoliberal vivido no período FHC.
1º: O período neoliberal conformou uma situação no Brasil de privatizações, abertura econômica e mudanças legislativas que fortaleceram, no cenário nacional, a participação do capital internacional.
2º: As terceirizações, com as quebras de contratos e a implementação dos trabalhos temporários – em especial estágios e designações temporárias da educação -, modificaram o padrão de emprego e renda no Brasil e formalizaram a precarização do trabalho como critério fundamental da extração de valor em território nacional.
3º.: A soberania nacional – alimentar, territorial, democrática e popular – foi substituída pela aberta campanha publicitária sobre o Brasil agora na condição de credor do FMI. 4º.: O mercado interno passou a ser o celeiro das novidades internacionais eletro- eletrônicas – cujas sedes principais das marcas industriais estão no G-7 – desde os telefones celulares ate os aparelhos de televisão. Agrega-se a isto o tema da suposta comodidade dos lares, o que nos dá um intenso culto ao consumo, diretamente atrelado ao endividamento das famílias e dos indivíduos.
Estes quatro elementos juntos mostram a acentuação dos vínculos de dependência do País no período Lula às economias centrais, e relatam uma faceta nova da reprimarização da economia brasileira.
A dependência, entendida como vulnerabilidade externa estrutural traz, para a classe trabalhadora brasileira, novos dilemas dos velhos paradigmas da disputa do poder.
Estes dilemas reforçam a lógica de banir do imaginário coletivo brasileiro três questões chaves: a soberania nacional; a democracia participativa, casada com o projeto popular; e, a situação da classe que vive do trabalho, a partir deste processo de reprimarização.
3. Dependência e superexploração:
De 2004 a 2010 a classe trabalhadora viveu a reconfiguração do mundo do trabalho em que a indústria perdeu peso e o agronegócio, de baixa incorporação tecnológica e laboral, ganhou força.
Além disto, a juventude deste período – criança que se desenvolveu nos moldes neoliberais dos anos 90´s – viu a possibilidade de se empregar pela primeira vez como estagiária, cuja aparência de ganho real acima do salário mínimo brasileiro, foi conformando uma nova ideologia do trabalho, avessa ao debate da intensa exploração vivida.
A sociedade do consumo tecnológico e dos ganhos da especulação financeira, associada ao endividamento pessoal sem precedentes na história do mercado interno brasileiro, abriu as portas ao fortalecimento renovado da cultura americana do consumo, do desperdício, da ampliação do desejo mercadológico de criação de necessidades e escolhas externas à realidade concreta destes sujeitos.
Vivemos a volta da reprimirização em plena era de confirmação dos resultados da política neoliberal no continente e no País, cujos efeitos são muito mais perversos do que os da década de 30 e 40.
As cruéis implicações desta política neoliberal combinada com a reprimarização, dizem respeito à intenção formal do poder institucional, de impor, na aparência dos números da economia, de enterrar de vez do imaginário coletivo brasileiro, os elementos que garantiriam a força da Nação e a capacidade decisória da sociedade (primazia do público sobre o privado; retomada da soberania nacional; democracia participativa, para além da suposta democracia do consumo, via endividamento individual).
Uma vez mais, a dominação burguesa sobre a economia e a ideologia, oculta tanto a realidade dos fatos, quanto os conflitos vividos pela classe trabalhadora, nos ambientes onde esta interage: trabalho, caso, convívio social.
Desemprego estrutural, professores e funcionários públicos em greve, estudantes em levante, são alguns exemplos de que a aparência encobre a verdadeira situação de conflitos vividos no País, no continente e no mundo.
Até quando? Até sermos capazes, enquanto classe, de dar unidade aos levantes, de retomar o debate popular sobre os grandes processos que vivemos – como a campanha contra os agrotóxicos – e de reconstruir o projeto popular para o Brasil.
Roberta Traspadini é Economista, Educadora Popular, integrante da consulta popular do ES.

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Confira a cobertura da imprensa sobre as atividades de lançamento da Campanha Permanente contra os agrotóxicos e pela vida, que aconteceu neste dia 07 de abril, dia mundial da saúde.

1 – Movimentos Sociais lançam Campanha contra os Agrotóxicos

(Diário do Comércio Industrial – Brasília)

2 – Brasília tem protestos contra Código Florestal e agrotóxicos.
Movimentos sociais aproveitaram o dia Mundial da Sáude para lançar uma
campanha contra o uso de agrotóxicos

(Exame.com)

3 – MST lança campanha contra o uso de agrotóxicos
(Estadão)

4- Lançamento da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida.
(FASE)

5 – Audiência discute agrotóxicos no dia mundial da saúde.

(Goiás Agora)

6 – Secretário de Agricultura de GO defende pesquisa para diminuir uso
de agrotóxicos.

(Goiá Agora)
7- Começa Campanha contra os Agrotóxicos no ES.

(Século Diário)

8 – ANVISA, CNA e MPA divergem sobre uso de agrotóxicos na Câmara Federal.

(Agência Câmara de Notícias)

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